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SAFL - GOB

Diplomação e Posse de um grupo de Dep.'. Federais Mineiros

Abaixo podemos ver os documentos que comprovam um episódio exemplo de como nós Maçons, não devemos agir. Conforme podemos ler neles, foi colocada em dúvida a nossa Organização, aparentemente por uma disputa de poder e ostentação. Trouxemos para dentro de casa as cizânias, querelas, segregacionismos e partidarismos da política profana, coisa que nos comprometemos a não fazer.

Esquecemos que o poder deve ser exercido com parcimônia, moderação, ponderação, ética e moral. O Povo Maçônico do GOB de Minas Gerais, as suas Lojas e os seus Deputados foram ultrajados, humilhados e tiveram os seus direitos preteridos por um grupo de irmãos, que se mostraram desconhecedores, ou o que é pior, manipuladores da Constituição e outras leis Maçônicas, da Moral e da Ética. A nosso ver, estes irmãos não prestigiaram a Ordem nem a Soberana Assembleia Federal Legislativa que dirigem, nem fizeram jus à confiança que o Povo Maçônico neles depositou.

Apelamos para que este tipo de comportamento, o uso da lei para burlar ou atrapalhar a própria lei, seja deixado no mundo profano, onde temos o compromisso assumido, mas muitas vezes esquecido, de combatê-lo. Jamais devemos permitir que a Ética e a Moral, sejam superadas no meio do Povo Maçônico.

Que os Poderes competentes avaliem o caso, tomem as medidas adequadas para restaurar os direitos e a dignidade dos ofendidos e as publiquem para que o Povo Maçônico tome conhecimento, de que pelo menos houve uma tentativa de correção.
§ Parecer do Grande Procurador Geral do GOB
§ Decisão do STJM e Acórdão - devidamente assinados pelo Ministro

TFA

Virgílio Santos
Grande Secretário de Comunicação e Informática do GOB-MG